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"Nos últimos três anos o restaurante sofreu grandes alterações em busca da batida perfeita", afirma, citando livremente um dos versos da canção de Marcelo D2 "A Procura da Batida Perfeita". A atual "fase de maturação" do projeto coincide com o lançamento da nova carta de verão, com cocktails criativos a acompanhar. A nova carta do Zazah tem sabores para todos os gostos. Conta com um balcão, caso a ideia seja passar no restaurante "apenas para um copo", embora fica a dica para experimentar um pouquinho de tudo no Zazah. A Torta basca com sorvete de goiaba (8€) é o carro-chefe para finalizar em alto nível a refeição no Zazah.
Restaurantes de peixe, de carne ou de comida do mundo tornam possível comer de tudo um pouco sem sair do quarteirão. Se há zona de Lisboa que nunca fica igual é o Cais do Sodré, conhecido pela movida nocturna, mas cheio de vida durante o dia. Tudo num balcão dinâmico, cheio de vida e com música sempre a acompanhar.
Abriu há seis anos, mas têm sido várias as mudanças na cozinha desde então. Seja na casa original, na esquina da Dom Pedro V com a Rua d’O Século, seja na porta acima, a Tascardoso é lugar seguro para comer uma diária sem ter de deixar a carteira. Bonito, com serviço simpático e, cereja no topo no bolo, um bar de vermutes para o entreter enquanto espera por mesa. Não só tem um balcão em nome próprio no Time Out Market, como é o homem ao leme deste Tapisco, onde casa tapas e petiscos. Henrique Sá Pessoa tem duas estrelas Michelin e é uma estrela de televisão, mas nem por isso é um chef inacessível ao comum dos mortais.
Os pratos fixos do dia, bandeira do restaurante, servidos tanto ao almoço como ao jantar, são a grande aposta – à sexta-feira, por exemplo, há sempre arroz de cabidela. Há um mundo de restaurantes no Príncipe Real. Traga os amigos, relaxe e deixe-se envolver pela música ao vivo enquanto desfruta da melhor vista da cidade.Nos domingos de primavera, a magia está no ar.
A Madame Bô é uma personagem criada por um grupo de amigos, Catarina Coutinho, Pedro Vasconcelos, Maria Villas Boas e Charles Declos, responsáveis pelo restaurante de dumplings asiáticos do Príncipe Real. Há pratos compostos, mas também petiscos rápidos e várias saladas. A esplanada, abrigada e reservada, e a vista para Lisboa são imbatíveis a qualquer hora do dia, até porque a carta é versátil.
No primeiro almoço, batia um sol de alterações climáticas e o azul eléctrico da casa tornava o sítio ainda mais estival, a pedir chinelos e calções, tequila e playlist de hip-hop hispânico. Não é, para já, esse sítio, mas já é um restaurante português muito competente e completo, uma raridade. Seria interessante vê-lo crescer com outra ousadia, mexendo no menu consoante as estações, com mais matérias-primas exclusivas de pequenos produtores e receituário fora da carta. O Pica-Pau é já um óptimo representante da culinária portuguesa em Lisboa, com pratos escolhidos para agradarem a nacionais e a estrangeiros e um serviço de muito bom nível. Carta curta, com pratos do dia que praticamente não variam, de melhores restaurantes principe real segunda a domingo.
Era comida que cheirava a calor, sem ser tropical; o exotismo da Índia com a frescura das ervas italianas; carnes com pistáchio, tudo com pistáchio. Na altura, final dos anos 90, a cozinha libanesa era muito procurada entre a comunidade intelectual de Saint-Germain-des-Prés, igualmente tesa. As Docas, agora renovadas, voltam a ter a vida de outros tempos, enquanto a LX Factory continua uma paragem obrigatória, mesmo com todas as mudanças que tem sofrido.
Estamos a falar do indiano mais fora do comum que encontram em Lisboa, pelo ambiente mais internacional e pela comida muito diferente do normal. Um bairro onde há de tudo, para todos os gostos e para todas as carteiras. Onde se misturam culturas, estilos de vida, faixas etárias e classes sócio-económicas como em mais nenhum lado. Nesta viagem que estamos a fazer pelos bairros de Lisboa, chegamos então àquele que é mais trendy e vibrante.